Minha Esposa Aninha e Meu Primo Ricardo: Uma História de Amor e Mistério aos 19

Minha Esposa Aninha e Meu Primo Ricardo: Uma História de Amor e Mistério aos 19

Num verão quente e húmido, quando o ar parecia carregado de segredos, Aninha e eu decidimos passar as férias na casa de campo da família de Ricardo, meu primo. Ele era um ano mais velho que eu, e sempre tivera um ar misterioso, um olhar que parecia esconder mais do que revelava. Aninha, com os seus 19 anos, era a minha luz, a minha âncora, mas havia algo naquela viagem que me inquietava.

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A casa era grande, antiga, com corredores que ecoavam passos e janelas que capturavam o luar de forma quase mágica. Ricardo recebeu-nos com um sorriso largo, mas os seus olhos fixaram-se em Aninha por um instante a mais do que eu esperaria. Ela, por sua vez, pareceu corar ligeiramente, desviando o olhar.

As primeiras noites foram tranquilas. Jantávamos juntos, ríamos de histórias antigas, e Ricardo contava-nos sobre as lendas da região. Mas havia algo na forma como ele se inclinava para Aninha, como se quisesse partilhar segredos que só a ela pertenciam. Eu observava, tentando não deixar que a desconfiança crescesse dentro de mim.

Uma noite, acordei com o som de passos suaves no corredor. A cama ao meu lado estava vazia. Levantei-me, o coração a bater acelerado, e segui o som. Encontrei Aninha na varanda, envolta numa bata de seda que mal cobria o seu corpo. Ricardo estava ao seu lado, os dedos dela entrelaçados nos dele. O luar iluminava-os como se fossem personagens de um sonho.

“Aninha,” sussurrei, a voz rouca de sono e de algo mais profundo. Ela virou-se, os olhos cheios de uma emoção que não conseguia decifrar. Ricardo manteve-se calmo, o seu olhar fixo em mim, desafiador.

“Desculpa,” ela disse, a voz trémula. “Não consigo explicar.”

Ricardo aproximou-se de mim, a expressão séria. “Há algo entre nós desde o momento em que nos conhecemos. Não é algo que possamos controlar.”

O meu estômago revirou-se, mas não consegui afastar os olhos de Aninha. Ela parecia dividida, como se estivesse a lutar contra algo dentro de si. E então, num impulso que não entendi, estendi a mão para ela.

“Vem,” disse, a voz mais firme do que esperava.

Ela hesitou, mas acabou por vir ao meu encontro. Ricardo manteve-se onde estava, o olhar carregado de uma mistura de dor e resignação. Apertei Aninha contra mim, sentindo o calor do seu corpo, o cheiro do seu perfume. Beijei-a com uma intensidade que nos consumiu, como se quisesse apagar qualquer sombra que pudesse existir entre nós.

Quando nos separámos, Ricardo já se tinha ido embora. Aninha olhou para mim, os olhos cheios de lágrimas.

“Promete que não me vais perder,” sussurrou.

“Prometo,” respondi, apertando-a ainda mais.

Naquela noite, fizemos amor com uma paixão que parecia ter sido aprisionada há demasiado tempo. O mistério de Ricardo permaneceu, mas naquele momento, só importávamos nós dois. E, por enquanto, isso era suficiente.

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