Agora Fodeu Parte 3: Minha Cunhada e o Desenrolar Inesperado
Num caloroso domingo de verão, a casa de férias da família estava repleta de risos e conversas. O sol brilhava intensamente, e o cheiro a mar e a grelhados flutuava no ar. Eu estava sentado na varanda, a observar o horizonte, quando a minha cunhada, Sofia, se aproximou. Ela usava um vestido leve que dançava com a brisa, revelando as suas pernas bronzeadas.
“Estás aí a pensar na vida?” perguntou ela, com um sorriso travesso.
“Algo assim,” respondi, tentando manter a compostura.
Sofia sentou-se ao meu lado, e a nossa conversa fluiu naturalmente. Falámos de tudo e de nada, até que, de repente, ela colocou a mão na minha perna. O toque foi suave, mas eléctrico, e os meus sentidos ficaram em alerta.
“Sabes,” sussurrou ela, aproximando-se mais, “sempre achei que tinhas um ar… intrigante.”
O meu coração acelerou, e a minha mente lutou entre a razão e o desejo. “Sofia, isto pode não ser uma boa ideia,” disse eu, tentando manter a distância.
“Porquê?” perguntou ela, os seus olhos brilhando com desafio. “Somos adultos, e ninguém precisa de saber.”
Antes que eu pudesse responder, os seus lábios encontraram os meus num beijo intenso e cheio de paixão. A minha resistência desmoronou, e abracei-a, perdendo-me no momento. As nossas mãos exploraram corpos famintos, e o mundo exterior desapareceu.
Levantámo-nos e entrámos rapidamente no quarto mais próximo, trancando a porta atrás de nós. A nossa paixão explodiu em ondas de prazer, cada toque, cada beijo, cada suspiro levando-nos mais longe. O tempo parecia ter parado, e só existíamos nós dois, entregues ao fogo que nos consumia.
Quando finalmente nos separámos, o silêncio entre nós era pesado, mas não desconfortável. Sofia olhou-me nos olhos e sorriu, um sorriso que prometia segredos e mais aventuras.
“Agora fodeu,” disse ela, brincando, e eu não pude deixar de rir, sabendo que a nossa vida nunca mais seria a mesma.