Coroa de 65 Anos Revela Segredo Após 25 Anos Sem Dar a Buceta
A luz suave do candeeiro de mesa iluminava o rosto de Maria, de 65 anos, enquanto ela se sentava na poltrona preferida da sala. O silêncio da noite era quebrado apenas pelo tic-tac do relógio de parede. Há 25 anos, desde a morte do marido, Maria guardava um segredo que nunca partilhara com ninguém. Mas naquela noite, algo dentro dela despertou, uma vontade adormecida que já não podia ser contida.
Maria olhou para a fotografia do marido na mesa de centro e sorriu. “João, foi o amor da minha vida, mas há coisas que nem ele soube”, murmurou para si mesma. Levantou-se e dirigiu-se ao quarto, onde abriu uma gaveta escondida no fundo do armário. Dentro, encontrava-se um pequeno cofre. Com mãos trémulas, Maria digitou a combinação e abriu-o. Lá dentro, havia um diário antigo e um pequeno vibrador, ainda na embalagem original.
Sentou-se na cama e abriu o diário. As páginas estavam cheias de memórias e desejos que nunca tinha partilhado. Maria começou a ler em voz baixa: “Hoje, senti-me viva como nunca. Foi a primeira vez que experimentei o prazer sozinha, e foi tão intenso que pensei que ia desmaiar.” As palavras fizeram-na recordar aquele dia distante, quando, ainda jovem, descobriu o seu próprio corpo.
Com o coração a bater mais forte, Maria pegou no vibrador e olhou para ele. “Já passou tanto tempo”, pensou. Decidiu que era hora de se redescobrir. Despiu-se lentamente, sentindo o ar fresco a acariciar a sua pele. Deitou-se na cama e começou a explorar o seu corpo, relembrando cada curva, cada sensação.
Quando o vibrador tocou na sua pele, Maria sentiu um arrepio percorrer-lhe a espinha. Fechou os olhos e deixou-se levar pelo prazer. As memórias do passado misturavam-se com as sensações do presente, criando uma onda de excitação que ela já não sentia há décadas. O seu corpo respondeu como se nunca tivesse estado adormecido, e Maria entregou-se completamente ao momento.
Quando o orgasmo a atingiu, Maria soltou um gemido suave, libertando anos de desejo reprimido. Sentiu-se rejuvenescida, viva como nunca. Naquele momento, percebeu que o prazer era uma parte essencial da vida, independentemente da idade.
No dia seguinte, Maria acordou com um sorriso no rosto. Guardou o diário e o vibrador no cofre, mas sabia que não os deixaria esquecidos novamente. Decidiu que era hora de viver plenamente, sem medos ou vergonhas. Afinal, o prazer era um segredo que merecia ser partilhado, mesmo que apenas consigo mesma.