Como Enrabei a Ivone, a Coroa Vizinha e Amiga da Minha Mulher: História Revelada

Como Enrabei a Ivone, a Coroa Vizinha e Amiga da Minha Mulher: História Revelada

A Ivone era a nossa vizinha de longa data, uma mulher de meia-idade, sempre elegante, com um sorriso caloroso que escondia uma sensualidade que eu nunca tinha reparado até àquele dia. A minha mulher e ela eram amigas próximas, partilhavam segredos, chá e risos no jardim. Eu sempre a vi como uma figura maternal, quase inatingível, mas algo mudou naquele verão.

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Foi numa tarde quente, quando a minha mulher viajou para visitar a família, que tudo aconteceu. A Ivone apareceu à porta, com um vestido leve que colava ao corpo, destacando as curvas que o tempo não conseguira apagar. Trazia um prato de bolos, como de costume, mas havia algo diferente no seu olhar, uma centelha que me deixou intrigado.

“Olá, querido. Pensei que podias gostar de algo doce para acompanhar o café”, disse ela, com uma voz suave que parecia carregada de intenções.

Convidei-a a entrar, e ela sentou-se à mesa da cozinha, cruzando as pernas de uma forma que me fez desviar o olhar. O ar estava carregado de uma tensão que eu não conseguia explicar. Conversámos sobre trivialidades, mas as pausas entre as palavras eram eloqüentes, cheias de algo que não era dito.

De repente, ela levantou-se e aproximou-se de mim, colocando a mão no meu ombro. “Sabes, sempre te achei um homem interessante”, murmurou, os lábios tão perto do meu ouvido que eu senti o calor do seu hálito.

O meu coração acelerou, e antes que eu pudesse pensar, as nossas bocas encontraram-se num beijo que foi mais do que um simples toque. Era feroz, desesperado, como se ambos tivéssemos estado à espera deste momento durante anos. As mãos dela deslizaram pelo meu peito, e eu agarrei-a pela cintura, puxando-a para mim.

Levantei-a e coloquei-a em cima da mesa, afastando o prato de bolos com um gesto brusco. O vestido dela subiu, revelando as coxas suaves e a lingerie rendada que me deixou sem fôlego. Beijei-a com uma fome que não sabia que tinha, enquanto as minhas mãos exploravam o seu corpo com uma urgência que era impossível conter.

Ela gemeu o meu nome, e eu soube que não havia volta a dar. Aquele momento era nosso, e eu ia aproveitá-lo até ao último segundo. A Ivone, a coroa vizinha e amiga da minha mulher, tornara-se a minha amante, e eu não conseguia pensar em mais nada além do sabor dela, do seu toque, do seu desejo que se misturava com o meu numa dança proibida e inesquecível.

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