Ninfetinha do Pai do Amigo – Parte II: Tudo o que Precisa Saber

Ninfetinha do Pai do Amigo – Parte II: Tudo o que Precisa Saber

O sol já se punha, tingindo o céu de tons alaranjados e rosados, quando Carolina decidiu voltar à casa do pai do seu amigo. Desta vez, não era apenas para buscar um livro esquecido. Havia algo mais, algo que a inquietava desde a última visita. A porta estava entreaberta, e ela entrou sem bater, como se já pertencesse àquele lugar.

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— Estou aqui — anunciou, com uma voz suave que ecoou pelo corredor.

João apareceu na sala, surpreso, mas com um sorriso que denunciava uma certa expectativa. — Carolina, que surpresa. Pensava que não te voltava a ver tão cedo.

Ela aproximou-se, os olhos fixos nos dele, e sentiu o coração acelerar. — Esqueci-me de algo importante — mentiu, enquanto as mãos tremiam ligeiramente.

João ergueu uma sobrancelha, intrigado. — E o que seria?

— Algo que só tu podes dar-me — sussurrou, fechando a distância entre eles.

O ar ficou carregado de tensão, e João não resistiu. Puxou-a para si, os lábios encontrando-se num beijo que foi ao mesmo tempo doce e ardente. As mãos dele percorreram o corpo dela, explorando cada curva, enquanto ela se deixava levar pela paixão que há tanto tempo reprimia.

— Sabias que isto ia acontecer, não sabias? — perguntou ele, entre beijos.

Carolina sorriu, maliciosa. — Talvez. Ou talvez tenha sido o destino.

Ele levou-a para o quarto, onde a luz suave do crepúsculo iluminava o cenário. As roupas foram caindo, uma a uma, revelando a pele quente e sedosa que ambos ansiavam tocar. João beijou-lhe o pescoço, os ombros, os seios, enquanto as mãos dela se entrelaçavam nos cabelos dele, puxando-o ainda mais perto.

— Nunca imaginei que fosse assim — confessou ela, ofegante.

— E como é? — perguntou ele, com um sorriso provocador.

— Perfeito — respondeu, antes de o beijar novamente, com uma intensidade que os deixou ambos sem fôlego.

As horas passaram, mas para eles, o tempo parecia ter parado. Exploraram-se, descobriram-se, entregaram-se completamente um ao outro. E quando finalmente se deitaram, exaustos mas felizes, Carolina sabia que aquela era apenas a primeira de muitas noites como aquela.

— Ficas? — perguntou João, acariciando-lhe o rosto.

Ela sorriu, aninhando-se contra ele. — Fico.

E assim, naquela casa que já não era estranha, Carolina encontrou não apenas o que procurava, mas também algo que nunca soube que precisava.

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