A Caçadora: Descubra Tudo Sobre Esta Fascinante Figura e Seus Mistérios

A Caçadora: Descubra Tudo Sobre Esta Fascinante Figura e Seus Mistérios

A noite caía sobre a floresta, envolta num manto de silêncio que só era quebrado pelo farfalhar das folhas ao vento. Ela movia-se com a graça de uma predadora, os olhos fixos no rasto que deixara no chão húmido. A Caçadora. Assim era conhecida, uma figura envolta em mistério, cuja reputação ecoava pelos bosques e aldeias. Diziam que era implacável, que nunca falhava uma presa. Mas havia algo mais, algo que ninguém ousava mencionar em voz alta: a sua beleza era tão perigosa quanto a sua destreza.

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Vestida com um fato justo de couro que moldava o seu corpo esguio, avançava com passos leves, os sentidos alerta. O ar estava carregado de uma tensão eléctrica, como se a própria natureza antecipasse o que estava para acontecer. E então, ele apareceu. Um homem, alto e forte, com olhos que brilhavam como brasas na escuridão. Era ele, o seu alvo. Mas não era um alvo comum. Ele sabia que ela o perseguia, e isso excitava-o.

— Estava à tua espera, Caçadora — disse ele, a voz rouca e carregada de desejo.

Ela parou, os lábios curvando-se num sorriso lento e calculista. — Sabes que não podes escapar — respondeu, aproximando-se dele com a confiança de quem sabe que tem o controlo.

Ele riu-se, um som profundo que ecoou na noite. — Quem disse que quero escapar?

A Caçadora sentiu um arrepio percorrer-lhe a espinha. Havia algo naquele homem, algo que a atraía de uma forma que não conseguia explicar. Avançou, os dedos a apertarem o cabo da sua faca, mas ele não se moveu. Em vez disso, estendeu a mão, tocando-lhe o rosto com uma suavidade que a surpreendeu.

— Tens medo? — perguntou ele, os olhos a percorrerem o seu corpo como se a estivessem a desnudar.

Ela riu-se, um som baixo e sensual. — Eu não tenho medo de nada.

Ele sorriu, os lábios a aproximarem-se dos dela num movimento lento e deliberado. E então, beijaram-se. Foi um beijo feroz, carregado de paixão e desejo, que os deixou ambos sem fôlego. A Caçadora sentiu o corpo a incendiar-se, as mãos a agarrarem-no com uma força que surpreendeu até a ela própria.

Ele puxou-a para mais perto, os dedos a deslizarem pelo seu corpo com uma destreza que a fez gemer. — Quero-te — sussurrou ele, a voz carregada de promessas.

Ela não respondeu com palavras. Em vez disso, empurrou-o contra uma árvore, os lábios a percorrerem o seu pescoço enquanto as mãos desabotoavam o seu casaco. A noite envolveu-os, o ar a vibrar com os sons dos seus gemidos e suspiros. A Caçadora, tão implacável e controlada, rendeu-se ao desejo, deixando-se levar por uma paixão que nunca antes tinha sentido.

E ali, na floresta silenciosa, os mistérios da Caçadora foram desvendados, não pela força, mas pelo poder do desejo que ardia entre eles.

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