Comendo a Tia do Meu Amigo: Um Relato Íntimo e Controverso

Comendo a Tia do Meu Amigo: Um Relato Íntimo e Controverso

O sol caía suavemente sobre a cidade, tingindo o céu de tons dourados e alaranjados. Estava sentado no sofá da casa do meu amigo João, a jogar PlayStation, quando ouvi a chave rodar na fechadura. Esperava que fosse ele, mas, em vez disso, entrou a sua tia, Sofia.

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Ela tinha uns trinta e poucos anos, mas parecia mais jovem. O vestido justo que trazia colava-se ao seu corpo, revelando as curvas que, confesso, já tinha imaginado mais do que uma vez. O perfume dela invadiu a sala, um aroma doce e sedutor que me fez perder o foco no jogo.

“Olá, Miguel,” disse ela, com um sorriso que parecia guardar segredos. “O João não está?”

“Não, foi sair com uns amigos,” respondi, tentando disfarçar o tremor na voz.

Sofia aproximou-se, os seus saltos altos ecoando no chão de madeira. Sentou-se ao meu lado no sofá, tão perto que senti o calor do seu corpo. A conversa fluiu naturalmente, mas havia algo mais naquele momento, uma tensão que pairava no ar como uma promessa não cumprida.

“Estás a jogar o quê?” perguntou ela, inclinando-se para olhar o ecrã. O seu decote revelava mais do que eu esperava, e a minha respiração acelerou.

“Fifa,” respondi, tentando manter a calma.

Ela riu, um som suave que me percorreu a espinha. “És bom nisso?”

Antes que pudesse responder, ela colocou a mão sobre a minha coxa, num gesto que poderia ser inocente, mas que certamente não o era. O toque dela era eléctrico, e senti o meu corpo reagir instantaneamente.

“Sofia…” comecei, mas as palavras desapareceram quando ela se virou para mim, os seus olhos fixos nos meus.

“Nunca te perguntei se gostas de mulheres mais velhas,” murmurou ela, a sua voz carregada de intenção.

Antes que pudesse pensar duas vezes, os nossos lábios encontraram-se. O beijo foi intenso, carregado de uma paixão que tinha estado adormecida. As suas mãos deslizaram pelo meu corpo, e eu retribuí o gesto, explorando as suas curvas com uma urgência que não conseguia controlar.

Ela levantou-se, puxando-me pela mão. Segui-a até ao quarto, onde a nossa paixão explodiu sem restrições. As nossas roupas foram descartadas rapidamente, e os nossos corpos entrelaçaram-se numa dança antiga e selvagem. Cada toque, cada gemido, cada suspiro era uma confirmação da intensidade daquele momento.

Quando acabámos, ficámos deitados lado a lado, as nossas respirações ainda aceleradas. Sofia virou-se para mim, um sorriso nos lábios.

“Nunca ninguém saberá disto,” disse ela, num tom que era tanto uma promessa como uma ameaça.

Eu concordei, sabendo que aquele segredo ficaria para sempre entre nós. Mas, naquele momento, não me importei. Afinal, tinha vivido algo que nunca esqueceria.

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