Nosso Primeiro Menage: Continuação da Experiência Inesquecível

Nosso Primeiro Menage: Continuação da Experiência Inesquecível

A luz suave do candeeiro de mesa espalhava-se pelo quarto, criando sombras dançantes nas paredes. O ar estava carregado de uma tensão palpável, uma mistura de expectativa e desejo que nos envolvia a todos. Eu, sentada na cama, sentia o coração acelerado enquanto observava os dois homens que partilhavam o espaço comigo. Pedro, o meu namorado, estava de pé junto à janela, o olhar fixo em mim, cheio de uma intensidade que me fazia tremer. E depois havia o Miguel, o nosso amigo, que se sentava à beira da cama, os dedos a traçarem padrões suaves na minha coxa.

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“Estás pronta?” perguntou Pedro, a voz rouca de desejo. A sua pergunta era mais do que uma simples questão; era um convite, uma promessa do que estava por vir. Eu anuí, incapaz de encontrar palavras que pudessem expressar o turbilhão de emoções que sentia.

Miguel inclinou-se para a frente, os lábios a encontrarem os meus num beijo lento e profundo. Era diferente de qualquer outro beijo que tivesse partilhado com Pedro, mas igualmente intoxicante. As suas mãos subiram até ao meu rosto, segurando-me com uma ternura que contrastava com a fome que sentia no seu toque. Quando nos separámos, Pedro já estava ao meu lado, os dedos a deslizarem pelo meu pescoço, a provocarem arrepios que me percorriam a espinha.

“Deita-te,” sussurrou Pedro, e eu obedeci, deitando-me de costas na cama. Miguel posicionou-se ao meu lado, os olhos a brilharem com uma mistura de excitação e curiosidade. Pedro ajoelhou-se entre as minhas pernas, as mãos a afastarem suavemente as minhas coxas. A sensação do seu hálito quente na minha pele fez-me estremecer.

Enquanto Pedro começava a explorar o meu corpo com a boca, Miguel ocupou-se dos meus seios, os lábios e a língua a provocarem ondas de prazer que me faziam arquejar. As suas mãos moviam-se em sincronia, um a concentrar-se na minha parte inferior, o outro a estimular os meus mamilos. Era uma sensação avassaladora, mas incrivelmente prazerosa, como se estivesse a ser consumida por um fogo que não queria que se extinguisse.

“Estás tão linda assim,” murmurou Miguel, os olhos a encontrarem os meus. A sua admiração só aumentava o meu desejo, e eu senti-me mais poderosa do que nunca. Pedro, por sua vez, não parava, a língua a provocar-me de uma forma que me fazia perder o controlo. As minhas mãos agarravam os lençóis, os dedos a contraírem-se com cada onda de prazer que me inundava.

Quando Pedro finalmente se levantou, o seu pénis erecto a pulsar de desejo, Miguel posicionou-se atrás de mim, o corpo quente a pressionar-se contra as minhas costas. “Estás pronta para mais?” perguntou ele, a voz carregada de promessas. Eu anuí, incapaz de falar, o corpo a tremer de antecipação.

Pedro entrou em mim devagar, o seu pénis a preencher-me de uma forma que me fez gemer. Miguel, por sua vez, começou a beijar o meu pescoço, as mãos a explorarem o meu corpo enquanto Pedro se movia dentro de mim. Era uma sensação indescritível, estar assim entre os dois, a ser amada e desejada de uma forma que nunca tinha experimentado antes.

O ritmo aumentou, os corpos a moverem-se em perfeita harmonia. Os gemos e os suspiros encheram o quarto, uma sinfonia de prazer que nos unia. Eu sentia-me no limite, o prazer a acumular-se dentro de mim, prestes a explodir. E quando finalmente atingi o clímax, foi como se o mundo tivesse parado, o meu corpo a ser consumido por ondas de êxtase que me deixaram sem fôlego.

Pedro e Miguel seguiram-me pouco depois, os seus corpos a tremerem com o prazer. Quando finalmente nos deitámos, os três juntos, o ar estava carregado de uma satisfação profunda. Sabia que aquela noite mudaria tudo, que a nossa relação nunca mais seria a mesma. Mas, naquele momento, tudo o que importava era a conexão que partilhávamos, a experiência inesquecível que nos unia de uma forma que nunca poderíamos esquecer.

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