Cléo – Delírios da Madame Vai Doer? Descubra Tudo Sobre Este Impactante Tema
Cléo estendeu-se sobre o sofá de veludo vermelho, o tecido macio a roçar-lhe a pele nua. A luz das velas dançava nas paredes, projetando sombras que pareciam sussurrar segredos proibidos. Ela fechou os olhos, deixando que os dedos deslizassem lentamente pelo seu corpo, explorando cada curva, cada recanto que ansiava por toque.
Madame Vai Doer, como era conhecida na cidade, era uma mulher de mistérios. Dizia-se que os seus delírios eram capazes de levar qualquer um ao êxtase ou à loucura. Cléo, curiosa e audaz, decidira descobrir por si mesma o que se escondia por trás daquela reputação.
A porta abriu-se sem ruído, e Madame entrou, envolta num vestido negro que parecia feito de escuridão. Os seus olhos brilhavam com uma intensidade que fez Cléo estremecer. “Estás pronta para o que te espera?” perguntou Madame, a voz suave como seda.
Cléo assentiu, incapaz de falar. Madame aproximou-se, os seus passos lentos e deliberados. Ajoelhou-se ao lado do sofá, os dedos frios a tocarem o rosto de Cléo. “Relaxa, minha querida. Deixa-te levar.”
O toque de Madame era como fogo e gelo ao mesmo tempo, uma mistura de dor e prazer que deixava Cléo sem fôlego. As mãos de Madame deslizaram pelo seu pescoço, pelos ombros, até chegarem aos seios. Cléo arqueou as costas, um gemido escapando-lhe dos lábios.
“Gostas?” sussurrou Madame, os lábios a roçarem a orelha de Cléo. “Isto é apenas o começo.”
Cléo sentiu as mãos de Madame a descerem ainda mais, explorando o seu ventre, as suas coxas, até chegarem ao seu centro. O toque era firme, experiente, e Cléo sentiu-se a perder o controlo. O mundo ao seu redor desvanecia-se, deixando apenas o prazer, intenso e avassalador.
Madame continuou, os seus movimentos precisos e implacáveis. Cléo agarrou-se ao sofá, os dedos a enterrarem-se no veludo. Cada toque, cada carícia, levava-a mais perto do abismo. E quando finalmente caiu, foi com um grito que ecoou pela sala, um som puro e selvagem.
Madame afastou-se, um sorriso nos lábios. “E agora, minha querida, sabes o que são os meus delírios.”
Cléo, ainda a tremer, olhou para Madame com uma mistura de admiração e medo. Sabia que nunca mais seria a mesma. E, no fundo, sabia que não queria ser.