Sorveteiro Coroa Deu-me o Picolé para Chupar: Um Conto de Ane

Sorveteiro Coroa Deu-me o Picolé para Chupar: Um Conto de Ane

O sol caía sobre a praia, tingindo o céu de tons quentes e dourados. Ane caminhava pela areia, os pés descalços a sentirem o calor residual do dia. O vento trazia o cheiro do mar, salgado e fresco, mas o que realmente a atraía era o som distante de uma campainha. O sorveteiro.

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Era um homem mais velho, de cabelos grisalhos e um sorriso que parecia guardar segredos. O carrinho de sorvetes estava estacionado à beira do calçadão, e Ane sentiu-se irresistivelmente atraída. Aproximou-se, os olhos a percorrerem os sabores expostos.

“Que tal um picolé, menina?” perguntou ele, a voz rouca e suave como o mar ao entardecer.

Ane hesitou, mas acabou por escolher um picolé de morango. O sorveteiro pegou-o com cuidado, os dedos dele a roçarem os dela por um instante que pareceu eterno. “Chupa devagar”, disse ele, com um olhar que a fez sentir um calor diferente, que não vinha do sol.

Ela levou o picolé aos lábios, sentindo a doçura do morango a misturar-se com o sal do ar. Chupou devagar, como ele sugerira, e cada movimento da língua parecia despertar algo dentro dela. O sorveteiro observava-a, os olhos a seguirem cada gesto, cada curva dos seus lábios.

“Gostas?” perguntou ele, a voz mais baixa, mais íntima.

Ane assentiu, sem conseguir desviar o olhar. Havia algo naquele homem, algo que a fazia sentir-se viva, desejada. Ele inclinou-se para frente, como se partilhasse um segredo. “Eu posso dar-te mais do que um picolé, se quiseres.”

O coração de Ane acelerou. Ela sabia que devia recusar, mas o desejo era mais forte. “O quê?” perguntou, a voz quase um sussurro.

Ele sorriu, e pela primeira vez, ela notou as mãos dele, grandes e firmes, a segurarem o carrinho de sorvetes. “Vem comigo”, disse ele, e Ane sentiu-se incapaz de resistir.

Seguiu-o até um pequeno armazém atrás do carrinho, onde o ar era quente e pesado. Ele fechou a porta atrás deles, e de repente, o mundo exterior desapareceu. “Chupa”, disse ele, mas desta vez, não estava a falar do picolé.

Ane ajoelhou-se, as mãos a tremerem enquanto desabotoava as calças dele. O desejo era uma onda que a arrastava, e ela sabia que não havia volta. Quando os lábios dela o envolveram, ele emitiu um gemido baixo, as mãos a agarrarem-lhe os cabelos.

Ela chupou devagar, como ele ensinara, e cada movimento da língua era uma promessa, um segredo partilhado apenas entre os dois. O calor do armazém misturava-se com o calor dentro dela, e Ane sabia que nunca mais olharia para um picolé da mesma maneira.

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