Reformar é FODA! Descubra Tudo o que Precisa Saber para Transformar sua Casa

Reformar é FODA! Descubra Tudo o que Precisa Saber para Transformar sua Casa

Era uma tarde quente de verão quando Sofia decidiu que era hora de enfrentar o caos da reforma da sua casa. O apartamento herdado da avó estava cheio de memórias, mas também de paredes descascadas, móveis antigos e um chão que rangia como um suspiro cansado. Contratara um arquiteto, Miguel, um homem de trinta e poucos anos, com mãos calejadas de tanto trabalhar e um sorriso que parecia esconder segredos.

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No primeiro dia, ele chegou cedo, com uma pasta cheia de plantas e uma camiseta branca que colava ao corpo suado. Sofia observou-o enquanto ele media as paredes, os olhos a percorrerem as linhas do seu corpo como se fossem os traços de um projeto. Ele era meticuloso, detalhista, e cada gesto seu parecia carregar uma intenção que ia além do trabalho.

— Aqui, podemos abrir esta parede — disse ele, apontando para o espaço entre a sala e a cozinha. — Vai trazer mais luz e amplitude.

Sofia assentiu, mas a voz dele ecoava na sua mente como um sussurro quente. Enquanto ele falava de materiais e orçamentos, ela imaginava as suas mãos a desenhar não apenas paredes, mas caminhos sobre o seu corpo.

Os dias passaram e a reforma avançou. Miguel estava sempre lá, com as mangas arregaçadas e um olhar que parecia perscrutar mais do que as estruturas da casa. Um dia, enquanto discutiam a cor das paredes do quarto, ele aproximou-se dela, o cheiro a tinta e suor misturando-se no ar.

— Esta cor vai destacar a cama — disse ele, a voz baixa e rouca. — O centro do quarto.

Sofia sentiu um arrepio percorrer-lhe a espinha. A cama. A palavra ecoou na sua mente como um convite. Ela olhou para ele, e os seus olhares cruzaram-se num silêncio carregado de desejo. Miguel aproximou-se mais, a mão a roçar levemente o seu braço.

— A reforma é só o começo — sussurrou ele, os lábios quase a tocar o seu ouvido. — O que realmente importa é o que fazemos com o espaço.

E, naquele momento, Sofia percebeu que a casa não era a única coisa que estava a ser transformada. O calor do verão parecia ter-se concentrado naquele quarto, onde as paredes caíam e novos horizontes se abriam. Miguel puxou-a para si, e o beijo foi como uma demolição controlada, derrubando todas as barreiras que os separavam.

As ferramentas caíram no chão, esquecidas, enquanto os corpos se entrelaçavam sobre a cama ainda coberta de plástico. A reforma podia esperar. Naquele momento, o que importava era descobrir os novos cantos, as novas texturas, os novos sons que a casa — e eles — podiam criar juntos.

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